A avaliação neuropsicológica é sugerida quando há algum prejuízo ou uma mudança cognitiva, afetiva e/ou social. Nesse caso, quando os recursos cognitivos, como a atenção e a memória, por exemplo (entre outros), não são suficientes para o indivíduo manejar sua vida acadêmica, profissional ou social, como no caso dos transtornos do neurodesenvolvimento, como o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), o Transtorno do Espectro Autista (TEA) e os Distúrbios da Aprendizagem.

Além disso, em casos que há algum dano no sistema nervoso central, como no Traumatismo Cranioencefálico, na Epilepsia, nos Acidentes Vasculares Cerebrais (AVCs) e no Transtorno Neurocognitivo Maior (antigamente denominado como demência) também há indicação. A avaliação, nessas situações, fornece os parâmetros necessários para as comparações do padrão cognitivo e comportamental do paciente de tempos em tempos, bem como controla as respostas às medicações.

Percebe-se, desse modo, a importância da neuropsicologia para o diagnóstico e acompanhamento do tratamento, e entendimento e manejo de diversos quadros, como os transtornos do neurodesenvolvimento, os quadros neurológicos, as manifestações psiquiátricas e mesmo as doenças, anteriormente citadas, que afetam o sistema nervoso central (SNC).

Fonte: Fuentes, D. et al. Neuropsicologia: teoria e prática. Porto Alegre: Artmed, 2014.

 

 

 

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